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10 dez 2020

Como diminuir os gastos com doenças animais na produção leiteira e aumentar a rentabilidade na fazenda

Aprimorar o desempenho dos animais ao longo de sua vida útil, por meio de uma nutrição adequada, é essencial para a criação de sistemas mais rentáveis e sustentáveis na produção de proteínas de origem animal; esse tema faz parte da segunda plataforma de sustentabilidade do “Nós tornamos isso possível”, iniciativa global do negócio de Nutrição e Saúde Animal da Royal DSM ”

Segundo estudo da Organização Mundial da Saúde Animal (OIE), pelo menos 20% da produção animal é perdida anualmente devido a doenças, representando cerca de 60 milhões de toneladas de carne e 150 milhões de toneladas de leite, o equivalente a aproximadamente US$ 300 bilhões¹.

 

Pensando neste cenário, a Royal DSM quer chamar a atenção dos envolvidos na cadeia de produção para a necessidade de aprimorar o desempenho dos animais durante sua vida útil e ao mesmo tempo reduzir a incidência de doenças, gerando economias significativas com grande impacto positivo na sustentabilidade.

Este é o tema principal de uma das seis plataformas de sustentabilidade que permeiam a iniciativa We Make It Possible (“Nós tornamos isso possível”, em português), no qual queremos liderar uma transformação mundial robusta e viável na produção sustentável de proteína animal, e acelerar o desenvolvimento de soluções que promovam um futuro mais sustentável.

Na produção leiteira, por exemplo, as vacas podem adquirir graves problemas de saúde que interferem nas taxas de substituição do animal no rebanho e na sua longevidade como a claudicação.

Para resolver essa problemática, propomos a inserção do ROVIMIX® Biotin, uma solução da DSM à base de biotina que melhora a qualidade e a resistência dos cascos ao mesmo tempo que reduz a probabilidade de problemas associados à claudicação.

Além disso, a mastite é outra preocupação clínica que tem impacto direto na lucratividade do produtor, resultando na incapacidade das vacas se alimentarem, na perda de leite e na diminuição da fertilidade.

O suplemento de vitamina E, ROVIMIX® E50, ajuda nesse contexto, atuando no sistema imunológico da vaca, diminuindo a taxa de infecção inflamatória no parto em até 80%, bem como na redução das infecções do úbere e a duração da mastite em até 50%, gerando aumento da produção de leite, com menos perdas e melhor rentabilidade da fazenda.

 

A melhora da saúde das vacas leiteiras ajuda a aumentar a qualidade do leite que vai à mesa dos consumidores. No entanto, produzir leite de maneira segura, com alto teor de proteína e gordura, e com baixo nível de células somáticas (CCS) é um dos principais desafios da pecuária leiteira brasileira.

Cada vez mais o consumidor tem mudado seu comportamento no que diz respeito aos alimentos de origem animal.

E pensando não somente na rentabilidade do produtor e na saúde dos animais, mas na mudança de hábito social diante do tema, criamos o Programa Qualidade do Leite Começa Aqui que tem atraído produtores que buscam melhorar a nutrição e a qualidade dos seus produtos.

Desde 2012, reconhecemos e premiamos produtores de leite que atingem altos níveis de qualidade através do uso das tecnologias DSM.

Por meio de um banco de dados, analisamos os níveis de proteína, gordura e CCS e oferecemos suporte aos produtores participantes do programa na melhoria desses índices.

Com métodos nutricionais preventivos e não medicamentosos, como as vitaminas D e E, biotina e betacaroteno, é possível aumentar as taxas de reprodução das vacas, melhorar a saúde, reduzir o índice de dermatite digital e mastite clínica, bem como ajudar a deixar os cascos mais robustos e úberes mais saudáveis. Isso tudo contribui para aumentar o rendimento e a qualidade do leite e, ao mesmo tempo, reduzir em 50% a perda do alimento durante o tratamento com antibióticos.

Até agora, mais de 20 mil fazendas já participaram do Programa Qualidade do Leite Começa Aqui com mais de 1,2 milhão de vacas em lactação.

Diante do primeiro cenário que apresentei e as soluções propostas para este contexto global, enfatizo a necessidade de olharmos o impacto que a saúde animal tem na manutenção e no equilíbrio ambiental.

Sem dúvidas, uma boa gestão da saúde animal influencia toda a cadeia produtiva: bem-estar do rebanho, rentabilidade e produtividade na fazenda, qualidade do produto final e na sustentabilidade do planeta.

Com o ‘Nós tornamos isso possível’ e toda a nossa expertise em ciência, queremos ajudar no desenvolvimento econômico e sustentável do setor, promovendo saúde para os animais e redução de emissões, com otimização do uso dos recursos naturais e maior produtividade.

¹ “Impact of diseases on meat and milk”. World Organization for Animal Health.

https://rr-africa.oie.int/en/news/impact-of-diseases-on-meat-and-milk/. May 2014

Verônica Lopes é médica-veterinária formada pela Universidade de São Paulo (USP) e coordenadora de marketing na categoria Gado de Leite da área de Ruminantes da DSM no Brasil

 




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