Peste Suína: força-tarefa apreende 7,5 toneladas de produtos suspeitos
 
30 dez 2021

Peste Suína Africana: força-tarefa apreende 7,5 toneladas de produtos suspeitos

Força-tarefa registrou a apreensão de 7,5 toneladas de produtos com risco de transmissão da peste suína no aeroporto de Guarulhos, o mais movimentado do país. Essa doença é alvo da força-tarefa desde agosto deste ano, quando o primeiro foco de peste suína africana foi identificado no continente americano.

Peste Suína Africana

A peste suína foi responsável por dizimar o rebanho suíno chinês e é transmitida pela ingestão de carne contaminada pelos animais ou pelo contato com humanos que tiveram contato com o vírus. No Brasil, essa doença é considerada erradicada desde a década de 70.

Segundo o Anffa Sindical (Sindicato que representa os Auditores agropecuários), 1.992,285 quilos de produtos de origem animal foram apreendidos de agosto a novembro no aeroporto internacional de Guarulhos, sendo 411,16 kg de derivados de carne suína. Também foram retidos 5.581,156 kg de produtos de origem vegetal, totalizando mais de 7,5 toneladas. Do total, quase meia tonelada era de derivados de carne suína.

A maior parte das apreensões foram de voos vindos da África, Ásia, Europa e América do Sul, Norte e Central. De acordo com a entidade, a força-tarefa deve durar até que novos auditores fiscais sejam contratados pelo Ministério da Agricultura. Com 2,5 mil auditores fiscais na ativa, 37,3% menos do que o registrado em 2020, a categoria estima que haja um déficit de 1.620 fiscais hoje no país.

Ao todo, são 32 servidores do MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) integram a força-tarefa no aeroporto de Guarulhos. Por dia, eles conseguem inspecionar cerca de 45 a 50 voos originários de países com atenção para a ocorrência da doença ou de pragas que representem risco à agropecuária brasileira.

Embora a Peste Suína Africana tenha o potencial de dizimar rebanhos suínos, é inofensiva para o ser-humano.

O prejuízo econômico de um possível foco da doença, contudo, seria desastroso para o setor e para a economia do Brasil, quarto maior produtor e exportador mundial de carne suína. Segundo estudo da Embrapa, o prejuízo estimado seria de 5,5 bilhões de dólares apenas no primeiro ano.

Fonte: Assessoria de imprensa 




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